O fim do facebook?

O Facebook fez uma confissão surpreendente em seu anúncio de resultados este mês: ela estava vendo uma "diminuição de usuários diários, especialmente entre os adolescentes". Em outras palavras, os adolescentes ainda estão no Facebook, eles simplesmente não usam tanto como costumavam. Foi uma declaração marcante, uma vez que os adolescentes são o grupo demográfico que muitas vezes apontam o resto de nós para a próxima grande coisa.



O êxodo gradual dos jovens para aplicativos de mensagens como o WhatsApp e o Snapchat se dá pelo Facebook ter se tornado vítima de seu próprio sucesso. O caminho para a obtenção de cerca de 1,2 bilhões de usuários ativos mensais também incluiu as mães, pais, tias e tios que se juntaram a outros problemas como spam nos murais com citações inspiradoras e imagens de animais fofos, e mães comentando fotos de seus filhos. Nenhuma surpresa, então, que o Facebook não é mais um lugar para atualizações de status desinibidas sobre palhaçadas entre os amigos, mas uma ferramenta de comunicação obrigatória que as pessoas mais jovens precisam manter, porque todo mundo faz.

WhatsApp, aplicativo de mensagens mais popular no Reino Unido e em metade dos iPhones do país, de acordo com a Revista Mobile Marketing, tem mais de 350 milhões de usuários ativos mensais globalmente. Isso torna o maior aplicativo de mensagens no mundo pelos usuários, com os usuários mais ativos do que a queridinha mídia social Twitter, que conta com 218 milhões. Cerca de 90% da população do Brasil utiliza mensagens de apps, três quartos dos russos, e metade dos britânicos, de acordo com Tyntec consultoria móvel. WhatsApp sozinho é em mais de 95% de todos os smartphones de Espanha.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Cirurgiões vão usar impressão 3D para reconstruir rosto de paciente


18/11/2013 14h53 - Atualizado em 18/11/2013 15h08

Cirurgiões vão usar impressão 3D para reconstruir rosto de paciente

Britânico teve face destruída em acidente de moto; tentativa é uma das primeiras a usar técnica para reparar danos causados por lesões.

Da BBC
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Exposição de implante no Museu de Ciências de Londres (Foto: Science Museum & Renishaw Plc)Exposição de implante no Museu de Ciências de Londres (Foto: Science Museum & Renishaw Plc)
Cirurgiões britânicos anunciaram que vão usar a técnica de impressão em 3D para reconstruir o rosto de um paciente destruído em um acidente de moto. Uma equipe do Hospital Morriston, no País de Gales, utilizou imagens de tomografias computadorizadas para projetar implantes de titânio, a fim de fabricá-los com uma impressora que usa essa nova tecnologia.
Por se tratar de um projeto inovador, a operação – cuja data ainda não foi marcada – virou tema de uma exposição no Museu de Ciências de Londres intitulada "3D: Imprimindo o Futuro". A mostra destaca os planos da cirurgia e ficará em cartaz até julho de 2014.
Traumas
Implantes customizados de titânio já foram usados para corrigir problemas congênitos, mas não se tem notícia de seu uso para reparar traumas causados por acidentes.
"O paciente sofreu múltiplas lesões no corpo, incluindo algumas graves no rosto", disse o especialista em reconstrução Peter Evans, de uma instituição galesa que participa do projeto.
"Ele passou por uma cirurgia de emergência na época, mas agora chegamos ao estágio em que podemos fazer uma reconstrução apropriada de seu rosto", explicou.
Evans e o cirurgião consultor maxilo-facial Adrian Sugar, do Hospital Morriston, planejam reposicionar os ossos faciais do paciente. Com uma tomografia, eles conseguiram criar uma imagem espelhada do lado do rosto do paciente que não foi atingido pelo acidente.
"A simetria radial do paciente será restaurada, então ele deverá ter seu aspecto visual de volta", afirmou Evans.
Após a tomografia, os especialistas desenharam guias para cortar e posicionar os ossos de maneira precisa, além de usar implantes projetados especificamente para o paciente.
Os implantes de titânio, de origem belga, estão sendo produzidos por uma das poucas empresas do mundo especializadas em impressão 3D.

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